O que ensinamos

Joachim Meyer Uma Descrição Minuciosa da Arte da Esgrima (1570) – Seguindo o legado de Johannes Liechtenauer, temos um dos seus discípulos no Kunst de Fechtens (Arte da Esgrima). Este tratado, conhecido por ser uma arte completa e complementando as armas todas que ensina, foca-se no estudo e nos paralelismos entre diversas armas que serviam diferentes propósitos. Entre elas encontramos a Espada Longa, Sidesword, Dussack, Adaga e Armas de Haste.

 

Ridolfo Capo Ferro O Grande Simulacro da Arte e do Uso da Esgrima (1610) – Um tratado de Rapier seguindo a tradição italiana. Tanto a arma quanto o tratado foram bastante populares no seu tempo, algo que se traduz também nos dias de hoje. O tratado em si cobre não só a Rapier como arma singular, mas também os seus possíveis parceiros (Adaga de mão esquerda, Capa e Rodela).

 

Charles Roworth A Arte da Defesa a Pé (1798 – 1824) – Manual usado pelo exército britânico durante as guerras napoleónicas. Foi primeiramente publicado em 1798 tendo ainda uma segunda edição esse ano. Em 1804 foi publicada uma edição melhorada que tem algumas adições e diferenças relativamente às duas edições anteriores. Em 1824 surge uma edição norte americana deste mesmo manual seguindo à risca aquilo que fora escrito em 1804. Sendo um manual para uso do Sabre a pé, cobre não só o Sabre militar (infantaria, cavalaria ligeira e pesada) assim como a Broadsword e o Spadroon. O sistema em si é uma continuação da tradição de Broadsword escocesa, melhorada e adaptada para as armas que se seguiram.